E lá se vai ele, pela avenida principal, deixando uma grande interrogação no ar. E que ar impuramente misterioso! Ninguém entende minha doença, mas ela existe e ainda não conheci ninguém suficientemente bom o bastante, capaz de sanar minhas dúvidas e me guiar pelo melhor caminho. Também não conheci ninguém que me acompanhasse pela rua paralela e que pudesse tirar essa dor de dentro do meu peito. Ah! Cruzo meus dedinhos, ajoelhada em frente ao meu Bom, e peço "Mantenha minha família. Ilumina meu amor e cuida do meu coração". Depois de pensar muito, chego a conclusão de que é melhor entregar na mão do Pai e esperar enquanto se vai vivendo. E andando só. Um dia a paralela em que eu caminho vai encontrar uma travessa que a ligue na avenida principal. Continuarei vivendo. E andando, desta vez, ao lado dele.
ABBA
Angeleyes
"SOMETIMES WHEN I'M LONELY
I SIT AND THINK ABOUT HIM...
AND IT HURTS TO REMEMBER ALL THE GOOD TIMES,
WHEN I THOUGHT I COULD NEVER LIVE WITHOUT HIM.
AND I WONDER...
DOES IT HAVE TO BE THE SAME EVERY TIME WHEN I SEE HIM?
WILL IT BRING BACK ALL THE PAIN?
HOW CAN I FORGET THE NAME?"
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