Não que eu seja alguma poetisa letrada, ou que me importe plenamente por assuntos como política, futebol e religião. Apenas me sinto livre para expor pontos de vista sobre certos assuntos os quais fazem parte do meu cotidiano. Poucos anos de vida e o mínimo de pressão externa são capazes de fazer isso com qualquer um que se permita absorver os ensinamentos que a vida lhe oferece. Eu me permiti várias vezes, tantas outras me fiz de cega. Enquanto estava de olhos tapados, apanhava até do vento, pois não sabia de que lado ele estava vindo para que eu pudesse me proteger; Ainda sem enxergar, não sabia se era dia ou noite, afinal não via o sol. Sem ver o sol, também não via a lua e assim, nunca sabia qual era a hora de descansar. Um dia, como magia, a venda caiu dos meus olhos e hoje não sinto fadiga e nem medo das mudanças climáticas. Sei bem a hora de dormir e de acordar. E como prêmio por ter aberto meus olhos para o que a vida tende a me oferecer, posso apreciar o brilho do luar, sentindo a brisa suave da noite. E a paz do meu espírito tem se refletido no brilho do meu olhar.Tiê
Bailarina e o Astronauta
MAS EU NÃO QUIS IR EMBORA, NÃO PODIA IR EMBORA.
COMO SE NASCESSE ALI UM AMOR ABSOLUTO PELO HOMEM QUE EU VI
PODERIA LHE ENTREGAR MEU CORAÇÃO
ALMA, VIDA E ATÉ MINHA ATENÇÃO
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