segunda-feira, 1 de março de 2010

É preciso haver morte, para que surja o super-home.

Friedrich Nietzche, nascido na Prússia em meados do século XVIII, foi um homem que teve de seu corpo e sua mente um campo de batalha pelo seu espírito considerado errante, pelo estado de saúde desesperadora, e principalmente por ter convencido a si próprio de que importava mais trabalhar para preservar a tradição cultural do que deixar-se levar pelo alvoroço político da modernidade.

Não se habituava à solidão. Ela lhe pesava e talvez lhe fosse indispensável. Dizia que se pudesse dar uma ideia de seu sentimento de solidão, nem entre os vivos e nem entre os mortos havia alguém a quem se sentisse próximo. Mas nos primeiros dias da primavera, após terríveis crises da sua saúde ingrata (talvez uma das mais violentas de sua existência), sentia-se renascer das próprias cinzas. Não suportava a dor, aprendera a ama-la. Descobrira “a fórmula da grandeza do homem”: amor fati. Não evitar nem se comformar e muito menos dissimular, mas afirmar o necessário. Amar o que não pode ser mudado.

É assim que a vida deve ser encarada. E é assim que eu tenho me proposto a viver. Ao invés de desesperar-me com o que me aflinge, apenas aprendi amar a minha dor. Talvez um dia, por tanto ser amada, essa dor deixe de ser ingrata e me dê bons frutos, mas se não for possível reverte-la, hei de morrer feliz por me sobrepor à minha fraqueza.


Bidê ou Balde
Mesmo que mude

"É SEMPRE AMOR MESMO QUE ACABE COM ELE AONDE QUER QUE ESTEJA.
É SEMPRE AMOR MESMO QUE MUDE.
É SEMPRE AMOR MESMO QUE ALGUÉM ESQUEÇA O QUE PASSOU!"

2 comentários:

  1. Resolvi me apaixonar mais, então comecei a ler tudo o que vc tinha escrito, confesso que me deu vontade de comentar todas as vezes, mas aprendi que deixar palavras no mundo virtual nem sempre é a melhor coisa, enfim, aqui é um mundo de zeros e uns, se o servidor que hospeda esses blogs for pro espaço suas coisas irão também, é meio difícil acontecer mas nada melhor do que reservar palavras importantes para o olho no olho.
    Estou comentando agora porque achei muito infeliz o comentário do Tiago, soa como se ele quisesse ser simpático mas na verdade está desprezando muito coisa que você quer representar aqui no blog.
    "...mony tbm é cultura!!!!"

    Pô Tiago, foda heim.

    Garoto Enxaqueca

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